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[AO VIVO] Derrite (PP), pré-candidato ao Senado por SP, apresenta suas propostas

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Imagina um esporte onde o maior sinal de vitória é soltar o desafiado.Assim é a pesca esportiva.Aqui a emoção está na captura, mas o respeito está na devolução.Pesque solte é mais do que uma prática, é um compromisso.Um gesto simples que protege espécies, renova ecossistemas e transforma o pescador em guardião da natureza.E tem jeito certo de fazer.

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Mãos molhadas, cuidado na hora de tirar o anzol e o tempo fora d'água, o mínimo possível, porque o peixe volta pro rio e você volta com uma história.A pesca esportiva valoriza as espécies e valorizar é essencial para preservar.Cada soltura é um sinal de consciência, uma garantia que esse esporte continue. continue.vivo para todos.Pescar é sentir, soltar é evoluir.Fish TV, o canal que pesca histórias e solta inspiração.

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Somos de volta com o nosso meio do dia e como disse a Patrícia agora pouco, esta semana nós vamos nos debulçar, vamos dedicar esse início de segunda hora exatamente a sabatinar os candidatos ao Senado pelo estado de São Paulo.São candidatos, obviamente, todos com grandes chances e a gente escolheu aqui como primeiro, até por conta da disponibilidade de cada candidato, tem uma disponibilidade a ofertar e então a gente conseguiu para hoje o Guilherme Derrite do PP, ele que é deputado federal por duas vezes, foi secretário de segurança pública do estado de São Paulo, seja tem uma longa carreira à frente da polícia militar, é capitão da polícia militar, já reformado, já aposentado, mas de qualquer forma tem um longo histórico de trabalho dentro da polícia militar do estado de São Paulo, então tem uma experiência naquilo que hoje preocupa tanto o brasileiro, a insegurança pública.

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Bom, ele já está conosco, a gente já divide tela aqui com o pré-candidato, tudo bem, pré-candidato, como vai?Seja bem-vindo aqui ao meio do dia.

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Olá, Patrícia, Nelson, prazer estar aqui com vocês. aqui com vocês.

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deputado.É a gente sabe que o senhor tem uma ligação muito forte com a família Bolsonaro, com as alas da direita, também com o governador Tarcísio de Freitas.Como o senhor pretende se apresentar como candidato ao Senado, um candidato mais ligado às ideias da direita, ou de alguma forma também vai tentar chegar ao eleitor?Está indeciso?Está no meio do caminho, em meio a essas a essa próxima eleição que tudo leva a crer, segundo as pesquisas eleitorais, que continuará sendo extremamente polarizado.O senhor pretende também dialogar com esse eleitor mais de centro?

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Como fará esse caminho, sendo muito ligado a um campo da direita mais extrema?

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Bom, primeiro acho que todo erro que o político pode cometer é querer se mudar a sua forma de agir, de pensar.E como Nelson colocou aqui, eu estou no meu segundo mandato como deputado federal.Tenho 16 anos de serviço ativo na Polícia Militar.Então, depois de 24 anos, eu querer mudar quem eu sou, acho que seria um erro grotesco para qualquer tipo de de campanha eleitoral.É óbvio que eu não vou mudar.Eu sou conservador, sou cristão, católico praticante.

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Eu sou um deputado de direita.Sou ligado, obviamente, ao governador Tarcísio de Freitas, do qual fui secretário de segurança pública por três anos e fui vice-líder do governo do presidente Jair Bolsonaro.Ou seja, eu sou um parlamentar de direita.Então, jamais eu eu iria querer me colocar aqui como ah eu sou um político de centro.Eu tenho posição, sou de direita.Porém, a pauta principal, minha bandeira principal, que deixa até de ser uma bandeira, é um ideal de vida que eu carrego, que é a melhoria da segurança pública para a população brasileira, é uma pauta que ela é é

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supra partidária ela não é de direita ela não é de esquerda ela não é de centro uma pauta que afinge qualquer cidadão brasileiro então acho que o eleitor de centro claro aquele que tem as suas raízes aí já mais convictos na esquerda dificilmente eu vou ter e voto desse desse eleitor mas o eleitor de centro que que vai atrair a votação desse desse eleitor é justamente o meu pragmatismo na área da segurança pública as minhas entregas ao longo desses anos de vida pública seja como policial seja como deputado ou como secretário sem dúvida alguma sem deixar de de lado a minha postura de um parlamentar de direita conservador mas o público de centro que que votará o que provavelmente votará em mim nas eleições é por conta da do tema segurança pública que é o principal é problema e preocupação do povo brasileiro deputado a gente vai pedir aqui licença ao senhor né a forma talvez correta de seria deputado mas para fazer aqui uma equivalência a todos os outros que nós vamos apresentar aqui eu vou como e assim o senhor me permitir Guilherme Derrite o senhor esteve à frente da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e um dos grandes temas que hoje de certa forma até prejudicam as pesquisas de intenção de voto e e também de aprovação do presidente Lula é exatamente a segurança pública o senhor à frente da da Secretaria de Segurança Pública teve lá os seus êxitos mas de qualquer forma a a situação ainda é preocupante que envolve o cidadão que está lá na rua que a gente fala assim ah mas o crime caiu dez por cento mas o que a gente vê é exatamente o crime acontecendo ainda as pessoas ainda teve esse final de semana o irmão de um policial que foi executado ali na frente ele tentava ajudar o irmão a se livrar de dois bandidos e uma moto ou seja são crimes que cada vez mais vão se evoluindo e por mais que a polícia seja mais que a polícia seja

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ali exitosa no combate ela não consegue estar em todos os lugares ao mesmo tempo então como secretário o senhor conseguiu mas não conseguiu de certa forma reduzir muito o senhor como senador conseguirá chegar até onde essa pergunta é excelente nelso porque o grande problema da falta de segurança pública no nosso país é justamente a legislação eu tinha uma noção quando eu estava na ponta da linha trabalhando na rota com o policial militar depois do corpo de bombeiros como legislador nós conseguimos aprovar projetos importantes que viraram leis a exemplo do fim da saída temporária de preso e da lei anti facção e como secretário eu tive a experiência de ver que o principal problema da segurança pública é a fragilidade da legislação uma lei fraca que faz com que os criminosos no Brasil todo mas falando do caso de São Paulo pratiquem a reincidência criminal que chega em alguns estados a Berá setenta por cento de reincidência criminal faz com que os presídios eles tenham verdadeiras portas giratórias onde o preso ele sai da cadeia rapidamente ele volta para o sistema prisional e quem sofre é quem está na ponta da linha a população por isso que é o que mais me motiva a estar no Senado Federal é justamente resolver o principal problema da segurança pública que é a reforma das leis do nosso país eu vou citar um exemplo aqui poderia citar milhares um criminoso condenado a cento e oitenta e dois anos de prisão saiu agora no feriado de vinte e um de abril em Ribeirão Preto foi preso pelo Baep o batalhão de ações especiais da polícia militar foi beneficiado porque saiu pela porta da frente dos presídios e esse criminoso foi preso e condenado vinte e quatro vezes por roubo a banco então nenhum país do mundo existe uma legislação tão benevolente para os criminosos então sem dúvida alguma acho que o principal modomote de buscar essa essa cadeira no Senado essa essa posição tão relevante para o Brasil e para o Estado de São Paulo é que eu sei o que precisa ser feito para melhorar a segurança pública que é a reforma da legislação e quem é o protagonista disso é o Congresso Nacional pre candidato em meio a isso a gente sabe da importância das facções criminosas para o aumento da violência e há uma grande preocupação em tentar asfixiar justamente as facções criminosas o senhor já chegou a defender que as facções criminosas sejam tratados como organizações terroristas depois houve ali uma mudança de entendimento até porque vieram muitas críticas principalmente do lado de juristas e também com receio de que o Brasil possa lá na frente sofrer com sanções até internacionais qual que é o seu entendimento sobre esse assunto senhor que é entendedor da segurança pública e como que o Brasil poderia se posicionar nesse sentido boa pergunta Patrícia primeiro quero dizer que eu não mudei a minha opinião não minha opinião é muito clara e membros do PCC e do Comando Vermelho devem sim ser classificados como terroristas porque é o que eles são é inadmissível e com todo respeito aos juristas ou especialistas ou que se dizem especialistas em segurança pública podem ser estudiosos mas eu estou falando de quem viveu lá na ponta da linha o combate ao crime organizado nós vemos um país em que de cerca de 19 da população moram e vivem em áreas dominadas territórios dominados por organizações criminosas estou falando de áreas onde um membro do Comando Vermelho por exemplo no Rio de Janeiro ele chega para uma menina de 15 16 anos e fala que ele como traficante membro dessa organizaçãocriminosa, ele quer namorar aquela menina.E se essa menina não aceita, ela é morta, o pai é morto, eles são expulsos de casa ou fogem de casa para que nenhum membro da sua família seja executado.E o governo federal fecha, tapa os olhos como se isso não fosse terrorismo.Se isso não for terrorismo, eu não sei o que é.

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Estou falando de regiões em que existem barricadas que a força policial entrar demora cerca de três horas e nós precisamos de trezentos, quatrocentos policiais.Então já existe a nossa soberania nacional já está sendo contestada.Já existe um território paralelo que foi sendo criado aos poucos em alguns estados da federação.Graças a Deus aqui em São Paulo isso não acontece.Graças ao trabalho das polícias, graças às operações que nós fizemos, Operação Escudo, Operação Verão na Baixada Santista, nós conseguimos retomar territórios antigamente dominados pelo crime organizado, a exemplo da Cracolândia, que foi a única gestão, gestão do governador Tarcisio de Freitas, conseguiu resolver essa chaga de três ou quatro décadas.Então deixar muito claro aqui que primeiro comando da capital e Comando Vermelho sim devem ser classificados como organizações terroristas, porém não é correta essa informação ou é um equívoco achar que a classificação dessas organizações criminosas como terroristas vai implicar numa fragilidade para a soberania nacional e que eventualmente os Estados Unidos podem invadir o Brasil.

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Isso não é verdade.Eles estariam desrespeitando uma série de acordos e tratados internacionais.O que nós precisamos fazer, Patrício, é nós temos que estar sentado na mesa de grandes países que querem resolver o problema do narcoterrorismo.Por exemplo, Argentina, El Salvador, Chile, Estados Unidos, eles formaram o chamado Escudo das Américas, estão dividindo informações de inteligência, a cooperação internacional para controlar e combater

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o crime organizado e o Brasil sequer foi chamado para participar porque o atual governo federal não entende que o PCC e o Comando Vermelho são organizações terroristas então eu sou sou muito claro na minha posição PCC e Comando Vermelho têm sim que ser classificados como organizações terroristas bom o senhor esteve o senhor foi atuante como a gente já falou aqui como policial militar né com agora capitão da polícia militar já aposentado então o senhor teve uma larga experiência na atuação a polícia de São Paulo ela se orgulha em dizer que não há local em que a polícia não entre né como acontece nos morros do Rio de Janeiro né onde a polícia tem muitas dificuldades inclusive agora há pouco tempo a gente até mostrou imagens de locais tentando serem barrados ali pela pelo crime organizado em São Paulo né comunidades bem próximas inclusive aqui ao grupo Bandeirantes onde a polícia também estava tendo um trabalho para para retirar eu queria saber do senhor o seguinte o senhor hoje é um é um é um está no escritório o senhor está dentro de um gabinete né já por duas oportunidades então o senhor deixou de atuar lá fora o senhor deixou de ver como funciona a situação esse calor que vem de fora e que o senhor passou tantas vezes né pondo a sua vida em risco eu queria lhe perguntar o seguinte aqui agora não dá para que a lei seja que ela ela traga elementos ali que possam fazer com que o bandido responda de uma forma bem grave num crime cometido contra um policial matar um policial atentar contra a vida de um policial e do e de seus parentes porque o que a gente vê é que o bandido mata um policial da mesma forma que ele mata qualquer outra pessoa ele não está nem aí é uma é mais uma pessoa que ele tira de circulação e o que a gente tinha que tem que preservar é a vida do policial que dá a vida dele pela nossa

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sem dúvida alguma né eu concordo plenamente deixando muito claro não é que a vida do policial importe mais ou menos do que do cidadão muito pelo contrário mas é o policial que arrisca sua vida aliás é a única profissão no mundo em que se faz um juramento como eu fiz com 18 anos de idade quando passei na fuveste ingressei na academia militar de barro branco que eu fiz um juramento para se necessário fosse arriscar minha vida em defesa da vida de uma pessoa que o policial sequer conhece então veja que você já traz até a solução nesse questionamento o que precisa ser feito é que a legislação ela puna adequadamente o criminoso de acordo com o crime que ele comete então para qualquer tipo de crime é essa reforma da legislação que nós queremos eu sonho em promover lá no senado federal por quê o indivíduo que que rouba uma vez e é condenado a dez anos de prisão ou até que seja uma nem que seja uma pena menor a seis anos de prisão eu defendo que ele deva ficar seis anos preso então no brasil nós temos uma infinidade de institutos benevolentes com o criminoso por exemplo audiência de custódia criada em 2015 pelo cnj conselho nacional de justiça que tinha lá o ministro lewandowski como presidente aliás então que libera para alguns crimes cerca de sessenta por cento das prisões imagine vocês como se sentem o policial que prende um indivíduo de cada dez indivíduos presos seis são liberados vinte e quatro horas depois da prisão o policial não é que ele tem a sensação tem a certeza que está enxugando gelo então é audiência de custódia visita íntima auxílio reclusão saída temporária que nós conseguimos acabar para os crimes novos e progressão do regime do cumprimento de pena essa é uma chaga é muito ruim um histórico muito ruim que o legislador ao longo dos anos foi incorporando o ordenamento jurídico e é por conta dessasvários benefícios benevolentes para o criminoso que nós temos reincidência criminal, que nós temos o Brasil se tornou paraíso da impunidade.Então, para um crime grave como latrocínio, como estupro, como tráfico de drogas e como homicídio, bem colocado aqui por você, Nelson, a pena tem que ser altíssima, sem direito a qualquer um desses benefícios que eu mencionei anteriormente.É inadmissível um criminoso ser condenado a 36 anos de homicídio e ser liberado, como eu mencionei no exemplo anterior.Ah, roubou 24 vezes, condenado por roubo a banco, condenado a 182 anos de prisão e está sendo beneficiado, saindo pela porta da frente dos presídios, como foi o caso por uma decisão judicial de um dos maiores líderes do tráfico internacional de drogas aqui do PCC, André do Rep, saiu pela porta da frente dando risada na nossa cara.Então, o que precisa ser feito no nosso país é promover uma reforma legislativa robusta, para de forma assim resumida, criminoso que cometeu qualquer tipo de crime, seja o crime mais leve ou o crime mais grave, cometeu um crime tem que pagar uma pena proporcional e adequada pelo crime que ele cometeu.

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Agora, o senhor deputado esteve de forma muito intensiva trabalhando ali junto ao PL da antifacção, com alguns questionamentos, de mudanças, de entendimento, alguns pontos que foram desidratados, outros que foram acusados pelo governo de que teriam sido malgeridos para a conclusão desse projeto.O que ficou de fora?O que dá para melhorar?Se hoje os estados ainda têm muita dificuldade em conter o crime, as facções e um dos principais pontos é a integração nacional, a questão dos recursos da polícia federal.Como que isso será preservado, já que há, inclusive, a crítica de que houve ali um desenhoque enfraqueceria fundos da polícia federal para preservação de fronteiras, para interconexão entre os estados e mais do que isso, que isso não prejudique a soberania das polícias estaduais.

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Ruben, Netherlands

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19:28

Não, essa pergunta é maravilhosa porque não passa de uma fake news feita durante o processo legislativo.Então a esquerda ela ficou muito atrelada a me atacar politicamente porque eu sou um parlamentar de direita e à época ocupava o cargo de secretário de Estado de Segurança Pública do governador Tarcísio de Freitas.Então eles não aceitaram politicamente a escolha do presidente da Câmara dos Deputados em me designar como relator porque isso geraria um fato político em tese positivo para a direita e passaram a me atacar com fake news como essa, por exemplo dizendo que eu estava retirando fundos da polícia federal.Isso é mentira.Que eu estava alterando a missão constitucional ou estava desidratando e enfraquecendo a atuação da polícia federal.Mentira porque a polícia federal ela tem a sua a sua previsão constitucional, artigo cento e nove da Constituição, ou seja, por projeto de lei jamais poderia alterar a forma de atuação da polícia federal.

20:22

Quando na verdade o que nós apresentamos foi um texto completamente diferente daquele texto fraco que veio do Ministério da Justiça e Segurança Pública.O texto do governo federal trazia, por exemplo, a figura do faccionado privilegiado com pena que variava de um ano e oito meses a três anos de prisão e o nosso texto, o texto relatado por mim, criado por mim como forma de um substitutivo, ou seja, um projeto novo, a pena mínima é de vinte anos, podendo chegar a quarenta anos de prisão e com as qualificadoras, ou seja, os agravantes, essa pena pode chegar a oitenta anos de prisão com uma diferença muito grande de qualquer outra legislação anteriormente já aprovada nosso ordenamento jurídico.A pena, elas são as penas mais altas do ordenamento jurídico da lei de facção.Porém eu fiz a previsão de que o mínimo do cumprimentoda pena em regime fechado deva ser de 70 podendo chegar a 85O que isso muda?

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Muda aquele cenário, aquela aquela triste realidade que eu mencionei no início do nosso bate-papo aqui da porta giratória do sistema prisional.Isso acaba com a porta giratória.Bandido condenado a 20 anos de prisão vai ficar no mínimo 14 anos no sistema penitenciário em regime fechado, sem direito a sair antes disso.Esse indivíduo for líder de organização criminosa, como o PCC, o Comando Vermelho, vai cumprir pena direta no sistema penal federal, ou seja, lá em Brasília, sem direito a visita íntima, sem direito ao ciro-reclusão.E dois outros pontos fundamentais dessa legislação para atacar e descapitalizar os bens de empresas que fazem lavagem de dinheiro do crime organizado.Então é para asfixiar financeiramente, porque não é só combatendo e colocando os líderes das organizações que nós, que a gente vai conseguir bons resultados a médio e longo prazo no Brasil é asfixiar financeiramente.

22:09

De que forma nós fizemos isso na Lente Fakção?Primeiro com uma ação civil do Ministério Público.Aliás, foi sugestão dos ministérios públicos do Brasil, porque eu dialoguei com todos eles com o Conselho Nacional dos Procuradores de Justiça.Ação civil imprescritível e independente de perdimento de bens.O que isso significa?Rapidamente o Ministério Público pode propor uma ação e descapitalizar os bens de empresas que fizeram ou fazem lavagem de dinheiro do crime organizado.

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E com relação ao poder judiciário, nós introduzimos medidas assecuratórias a exemplos de sucessos internacionais, ou seja, o juiz pode nomear até um interventor em uma empresa para fazer todo um compliance, o sistema de compliance analisar a vida pregressa dessa empresa, ver de que forma eles estavam realizando a lavagem de dinheiro e pode até em último grau acabar, ou seja, inutilizar e neutralizar esse CNPJ, ou seja, cancelar de forma de formade forma ininterrupta, ou seja, acabar com ele nunca mais esse CNPJ possa operar e aquele CPF relacionado a esse CNPJ fique proibido de abrir, de criar outras empresas, outros CNPJs.Então são medidas inovadoras, medidas que fortalecem o combate ao crime organizado e essa, Patrícia, essa narrativa na época do processo legislativo foi uma tentativa política de tentar enfraquecer, quando na verdade nós saímos vitoriosos depois que o nosso texto, meu texto como relator venceu aí o governo federal quis capitalizar dizendo que eles que tinham o texto era deles e quem compõe esse processo sabe a verdade.A verdade é que o Congresso Nacional entregou a legislação mais dura do combate ao crime organizado da história do nosso Brasil.

23:48

Toda a gente tem mais cinco minutos com o senhor porque nós criamos aqui um tempo exatamente que será igual para todos os outros pré-candidatos que nós entrevistaremos ao longo desta semana.Eu ia perguntar exatamente sobre a punição que haverá para quem lavar dinheiro do que venha do crime organizado, né, que venha dessas principalmente dessas facções que o senhor citou, mas o senhor já respondeu de certa forma que está dentro do seu pacote do qual só foi relator.Mas eu queria perguntar ao senhor o seguinte: a gente falou de tantas de tantas tentativas de alteração de texto da nossa lei, principalmente no âmbito do que o senhor mais conhece, que a segurança pública.Nós temos mais de cem militares, ex-militares que ocupam cadeira de deputado, senador, deputados em assembléias, ou seja, que estão espalhados.Eles não de certa forma não conseguiram melhorar em nada essa situação.No que o senhor seria diferente?

24:49

Eu discordo dessa afirmação, né?Porque eu como policial militar veterano, fui o relator e acabei com a saída temporária de preso no Brasil.Um único parlamentar único parlamentaruma legislação conseguiu tirar esse benefício de milhares e milhares de criminosos que possuíam.E toda a época de saída temporária de preso, os indicadores criminais eles aumentam.Muitos desses criminosos do regime semiaberto que são os que possuem esse direito não voltam para o sistema prisional, acabam em cidades pequenas do interior de São Paulo, por exemplo.

25:23

Nesse período de sete dias que os que os detentos do regime semiaberto possuem da saída temporária, a população fica presa dentro de casa e os criminosos livres nas ruas.Então, eu estou dando um exemplo de uma legislação que impacta a vida de milhões de brasileiros, pois ela serve para todo o país.Agora, de fato, tem muita coisa se fazer, tem.Mas para isso a gente precisa, além do número considerável de parlamentares, nós precisamos ter a maioria conservadora, no meu ponto de vista, no Senado e na Câmara, para que a segurança pública seja tratada como prioridade.Pois não foi.Só está sendo nesse momento tratada como prioridade porque as pesquisas apontam que é a principal preocupação do brasileiro.

26:04

E lamentavelmente, os políticos se debruçam sobre pesquisa e não se debruçam sobre política pública baseada em evidência.Faz o que tem que ser feito independente do que está sendo apontado na pesquisa.O olhar do político fica muito focado para a eleição.Isso me dá muita tranquilidade, pois eu tenho 24 anos aí dedicados à segurança pública.Além da minha formação em ciências, baixar em ciências policiais e segurança pública, sou formado em direito, pós-graduado em direito constitucional e sou mestre em políticas públicas.Então, eu sei que precisa ser feito para melhorar várias áreas.

26:37

Mais claro, essa que é a principal preocupação do brasileiro, eu tenho total tranquilidade para dizer.Temos que promover uma reforma legislativa ampla, robusta para acabar com a reincidência, acabar com a impunidade no nosso Brasil.

26:50

Pré-candidato, o senhor já declarou que a escolha do seu nome como como como comopossível candidato ao senado foi uma escolha do próprio Jair Bolsonaro.Que senhor mantém diálogo com a família, falou inclusive sobre a opinião importante do filho de Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos para a escolha de outro pré-candidato.O quanto a ligação com a família Bolsonaro tem impacto nessa sua candidatura e de alguma forma as últimas informações sobre a ligação com o Banco Master podem atrapalhar a sua candidatura, o seu trabalho ao Senado, o seu caminho ao Senado?

27:29

Um minuto, deputado.

27:33

Eu creio que de forma alguma.A minha ligação com o presidente Bolsonaro foi porque eu fui vice-líder do governo na Câmara, fui deputado junto com Eduardo Bolsonaro e trabalhava na Câmara do senador Flávio Bolsonaro no Senado.Então acompanho a trajetória política do Flávio Bolsonaro.Acho que essa questão já está mais do que esclarecida da parte dele.Foi uma relação privada e a minha escolha como um dos pré-candidatos ao Senado desse grupo da direita em São Paulo não foi uma escolha única da família Bolsonaro.Foi sim do governador Tarcisio de Freitas, majoritariamente por conta do tecido secretário de segurança pública dele, ao longo desses três anos de já ter colocado meu trabalho à prova, a exemplo do que eu mencionei aqui.

28:14

Nós conseguimos acabar com a cracolândia, um problema, uma chaga de três ou quatro décadas.Foi um trabalho multidisciplinar, lógico, com apoio de várias outras áreas, como saúde, como assistência social, como habitação e também com apoio da prefeitura de São Paulo.Mas esse bloco que está sendo formado da direita, eu tenho muita honra e muito orgulho, na verdade, de ter o apoio tanto da família Bolsonaro quanto do governador Tarcisio de Freitas.

28:40

Pré-candidato ao Senado pelo Estado de São Paulo, deputado federal por duas vezes, capitão Guilherme Derrite.Muito obrigado.Foi muito bom conversar. Muito obrigado. Foi muito bom conversar.o senhor.E vamos lá, né?Vamos ver o que são dois candidatos que vão poder ser eleitos senadores neste ano.

28:58

Um abraço ao senhor.

29:00

Muito obrigado.

29:01

Obrigada, pré-candidato Guilherme Derrite com a gente hoje aqui na Sabatina.Amanhã damos sequências, então sequência a essa rodada de entrevista com os pré-candidatos ao Senado.E agora vamos ao Rio Grande do Sul para Caxias do Sul ver como é que está o tempo por lá.Aqui em São Paulo a sensação de frio lá mais ainda.Você vê aí o tempo encoberto, garoa em alguns pontos.Nove graus de temperatura amanhã.

29:31

A previsão já é de sol, mas não tem calor não.Mínimas de quatro graus até quarta-feira.

29:38

Gente, volta já já.Aqui na Band. Aqui na Band.

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