Cinco mergulhadores italianos morrem durante exploração submarina nas Maldivas
atenção agora cinco pessoas perderam a vida durante um mergulho numa caverna nas Maldivas o Giorgnis já fez mergulho nas Maldivas ele vai falar da experiência dele para a gente daqui a pouco antes eu vou colocar a reportagem no ar porque esses cinco mergulhadores eram muito experientes muito experientes mesmo eles mergulharam cinquenta metros e a cinquenta metros de profundidade tem uma grande caverna linda que é desejada por mergulhadores do mundo inteiro porque ela tem ali peixes muito raros belezas que você não encontra em nenhum outro lugar do mundo o que foi que aconteceu nessa caverna de tirar o fôlego literalmente o que levou os mergulhadores à morte tem reportagem especial agora contando tudo sobre essa história na grande tela do balanço pode colocar em meio ao azul cristalino e da rica vida marinha do oceano uma tragédia que abalou o mundo um destino dos sonhos que para um grupo de experientes mergulhadores italianos se tornou um cenário de pesadelo Ilhas Maldivas cenário paradisíaco no coração do Oceano Índico as águas turquesas atrai quem busca paz ou o desafio extremo das profundezas só que esse azul profundo virou significado de luto na Itália e em toda a Europa cinco mergulhadores unidos pela ciência e pela paixão pelo mar entraram em uma caverna submarina a cerca de cinquenta metros de profundidade e jamais voltaram as vítimas são Monica Montefalcone professora associada de ecologia marinha na Universidade de Gênova George Assomacal de vinte e dois anos filha de Monica Montefalcone Gianluca Benedetti instrutor de mergulho na Itália Muriel Odenino de trinta e um anos bióloga marinha e pesquisadorae Federico Gualtieri, de 31 anos, formado em biologia marinha e ecologia, instrutor de mergulho certificado.Os cinco eram experientes e respeitados na comunidade acadêmica italiana.Eles foram até as Maldivas em uma expedição a pedido da Universidade de Gênova.Mentes brilhantes que buscavam desvendar os segredos dos oceanos a serviço da ciência.Junto com outros 20 italianos, os mergulhadores embarcaram no Duke de York, que os levou até o conhecido atol de Vavu, uma das áreas mais preservadas das Maldivas, localizada cerca de 65 quilômetros ao sul da capital, Malé.
O desafio era complicado: explorar uma caverna submarina que fica entre 50 e 60 metros de profundidade.Lá, a vida marinha é caracterizada por recifes de coral profundos.E nessas águas, a luz solar é reduzida, exigindo mergulho técnico com equipamentos específicos para explorar espécies de peixe de grande porte e formações subaquáticas únicas.Um ambiente onde a pressão esmaga e a luz não alcança.Nestas condições, o mergulho deixa de ser um esporte para se tornar uma operação de precisão cirúrgica.
No mar, as cavernas marinhas a gente tem um potencializador de diferença de maré.E isso pode ocorrer e ocorre normalmente.E aí a gente tem um problema, né?Que é legal às vezes você entra numa caverna marinha, só que conforme a força da corrente, da maré, isso pode ser um problema muito sério.
O que aconteceu dentro daquela caverna ainda é um quebra-cabeça para as autoridades.Especialistas apontam para uma combinação fatal: a toxicidade. toxicidade.do oxigênio e o pânico generalizado.Em mergulhos tão profundos, a mistura gasosa pode se tornar o pior inimigo do mergulhador.
O risco maior que pode estar associado ao óbito é a hipóxia, é ter uma concentração no torpedo, no tubo de oxigênio menor do que 21%.E aí a pessoa necessitando de mais oxigênio através dos batimentos dos braços, das pernas para poder ficar mergulhado, nadando, ele consome a musculatura consome oxigênio e eventualmente pode faltar um pouco de oxigênio no cérebro ou no coração, que são órgãos vitais que podem desencadear um evento fatal, uma morte súbita.
Além disso, o pânico pode ter tomado conta do grupo.Em um ambiente confinado, sob o efeito da chamada narcose do nitrogênio, o medo se espalha como fogo.O desespero para subir, para respirar, para sobreviver, acaba selando o destino de quem não mantenha calma.
Isso pode levar a complicações como aumento da pressão, conturas, confusão, até mesmo uma sensação de narcose, de sedação.E à medida que você sobe, se você sobe muito bruscamente, esses gases se dilatam rapidamente, e formam fosfobolhas.E essas bolhas, elas podem, na circulação, causar uma embolia, uma embolia pulmonar, pode levar uma obstrução arterial, por exemplo, que isso pode ser um fator complicador aí para a saúde.
A investigação agora corre contra o tempo para determinar se houve falha humana, erro de equipamento ou se a natureza simplesmente impôs um limite.Em Roma, o governo italiano acompanha de perto as operações de resgate, que são descritas como de altíssimo risco devido à localização dos corpos.As autoridades das Maldivas investigam se os tripulantes do Duke de York possuíam autorização para mergulhar a mais de 30 metros de profundidade e se cumpriam os requisitos para licenças científicas.No país, o mergulho recreativo além dos 30 metros é proibido, mas existem exceções para mergulho comercial ou expedições científicas, que no entanto exigem licenças e autorizações especiais.A Universidade de Gênova publicou uma nota esclarecendo que Mônica e Muriel estavam em missão para a universidade, mas o mergulho nessa caverna foi realizado a título pessoal, não fazia parte das atividades previstas na missão científica.
E imaginar que você também mergulhou nesses mares aqui.Como é que foi a tua experiência?É perigoso.
Como é que é?É um paraíso dos mergulhos, né?Passar as ilhas Maldivas, a água tem uma temperatura maravilhosa, uma visibilidade extraordinária.É um paraíso para qualquer mergulhador.O mergulho é uma atividade muito segura, passar desde que você cumpra todas as normas.Eles estão fazendo um mergulho em profundidade, que é chamado de mergulho descumpressível.
Ou seja, você chega numa profundidade como essa, depois tem um tempo enorme que tem que voltar aos pouquinhos para sair para liberar o nitrogênio que está na sua corrente sanguínea.Isso é um problema.Então tem que levar ar sobressalente.Isso é um ponto.Outro ponto na profundidade é a chamada narcose, que foi trazida na reportagem.A narcose é como se fosse uma embriaguez que você sente.
Então, por exemplo, você pode ficar muito alegre, tira a máscara, tira o regulador.Você pode achar que está subindo.
O que que provoca isso?
É a própria condição do nitrogênio no seu sangue à profundidade faz com que você tenha esse embaraileamento mental.E eles estavam muito bom.né estavam a 50 metros de profundidade o mergulho recreativo é até 30 metros que você pode fazer nas Maldivas você foi até quanto passaré você mergulha num desfiladeiro a gente fica sempre 30 metros mas você vê aquele oceano assim embaixo a perder de vista é como se fosse estivesse no alto de uma montanha você tem que estar controlando pelo computador para não afundar mais de 30 metros porque senão tem que fazer paradas com tempo e o cilindro de ar tem um limite você foi até quanto 30 metros 30 não passei disso daí eu mergulhei na Corvetta aqui em Noronha são 56 metros passaré oito minutos nessa profundidade uma hora e meia para poder voltar para a superfície parando fazendo as paradas e respirando para livrar o então você me diz o seguinte a pessoa passa a ter alucinação também quando ela está muito baixa exatamente ela potencializa às vezes uma questão particular sua por exemplo eu tenho uma dificuldade com o senso de direção eu achei por exemplo que eu estava subindo e estava descendo por isso tem que ter sempre um guia para te olhar e ele fica te observando para ver se você não entra em narcose não pera aí você estava descendo achando que você estava subindo teve um momento nesse mergulho profundo exatamente passaré você acha que está e uma coisa está outra muito bem aprendendo sempre com o George é bom ter um homem eu adoro mergulhar passaré adoro mergulhar fala de vários assuntos eu vou mergulhar agora em breve em Aruba faz umas imagens para a gente colocar aqui depois pode ser vou fazer combinado
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