Irã ataca em fúria e o cessar-fogo está prestes a ruir “Ninguém passará pelo Estreito de Ormuz”
Caros amigos, bem-vindos a mais um episódio de hoje no Mundo Militar.Neste vídeo falaremos sobre os ataques iranianos contra navios americanos e os Emirados Árabes Unidos, a resposta de Teerã à tentativa de Trump de liberar o Estreito de Hormuz.O Estreito de Hormuz voltou a pegar fogo e desta vez o cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã está pendurado por um fio, literalmente a horas de se romper.Em poucas horas, os iranianos atacaram navios mercantes e militares americanos dentro e ao redor do Estreito, lançaram mísseis e drones contra terminais de petróleo e gás dos Emirados Árabes Unidos e a CNN já está reportando que os Estados Unidos e Israel se preparam para retomar a guerra já a partir de amanhã.A informação principal vem direto do almirante Brad Cooper, comandante do CENTCOM, em uma entrevista coletiva nesta segunda-feira.Segundo Cooper, o Irã lançou hoje múltiplos mísseis de cruzeiro, drones e lanchas rápidas contra navios da Marinha americana e contra navios mercantes que estão sob proteção americana no Estreito de Hormuz.
A resposta foi imediata, com helicópteros a partir do Exército e SH-60C Hawk da Marinha abatendo seis lanchas rápidas iranianas em uma única operação.E aqui vai um detalhe que diz muito.E historicamente, quando o Irã quer assediar navios na região, ele despacha entre 20 e 40 lanchas.Mas hoje conseguiu colocar apenas seis na água, confirmando que a capacidade militar iraniana foi dramaticamente degradada depois de mais de dois meses de campanha americana.O CENTCOM ainda anunciou que dois navios mercantes de bandeira americana cruzaram o Estreito com sucesso nesta segunda-feira, escoltados por um destroyer.Mas centenas de outros navios continuam presos dentro do Golfo Pérsico. presos dentro do Golfo Pérsico.
alguns desde o final de fevereiro.Enquanto a ação acontecia no mar, o Irã abriu uma segunda frente, dessa vez mirando os Emirados Árabes Unidos.Pela primeira vez desde o cessar-fogo de 8 de abril, o sistema de alerta de mísseis dos Emirados foi acionado, com o Ministério da Defesa relatando a interceptação de três mísseis de cruzeiro iranianos, com um quarto caindo no mar.Mas houve danos, com pelo menos um drone iraniano atingindo a zona industrial de petróleo de Fujairah, provocando incêndio em uma instalação importante de combustível.E mais cedo, antes mesmo da chuva de mísseis, dois drones iranianos atingiram um petroleiro da Adnoc, a estatal de petróleo de Abu Dhabi, enquanto cruzava o Estreito de Hormuz.O navio estava sem carga e ninguém ficou ferido, mas o recado foi dado.
Os Emirados classificaram o ataque como um ato de pirataria da Guarda Revolucionária e como violação flagrante da Resolução 2817 do Conselho de Segurança da ONU.Para entender a fúria dessas ações iranianas, precisamos olhar o que aconteceu ontem.No domingo, o presidente Trump anunciou pela sua rede social o Project Freedom, uma iniciativa para garantir um corredor seguro no Estreito de Hormuz e permitir a saída de centenas de navios mercantes que estão presos no Golfo Pérsico desde o início da guerra.E o pacote militar destinado a essa missão é considerável, com o Pentágono mobilizando oito destructores, dois porta-aviões, mais de cem aeronaves, drones e cerca de 15 mil militares americanos.Não se trata de escoltar navio por navio, com a estratégia sendo a de estender um guarda-chuva defensivo em camadas, com navios de superfície, submarinos, helicópteros, aeronaves. submarinos, helicópteros, aeronaves.de patrulha, alerta aéreo antecipado e guerra eletrônica, tudo trabalhando em conjunto.
E aqui está o ponto crucial: o bloqueio do Estreito de Hormuz é a maior e mais valiosa carta negocial do Irã.É a alavanca que o Irã está usando para tentar sair dessa guerra com algum tipo de vitória política ou, no mínimo, sem uma derrota total.Mas se o Project Freedom funcionar e os navios começarem a sair, essa carta perde força.Por isso o Irã está respondendo com tudo o que ainda tem.E como em toda guerra moderna, a batalha não é só nas águas e nos céus, é também na narrativa.A agência iraniana Fars, ligada à Guarda Revolucionária, divulgou que dois mísseis iranianos teriam atingido um navio de guerra americano perto do Porto de Jask.
Mas o CENTCOM negou categoricamente, dizendo que nenhuma embarcação da Marinha foi atingida.A Guarda Revolucionária também rejeitou a versão americana sobre os dois mercantes de bandeira americana que cruzaram o Estreito.O General Ali Abdollahi, comandante do Quartel General Katān al-ʿAmbiya, foi ao Iribe e endureceu o tom, dizendo que qualquer força militar estrangeira, principalmente os Estados Unidos, que tentar se aproximar ou entrar no Estreito será atacada.Com o regime iraniano enviando mensagens de rádio para os navios no Estreito, avisando que a passagem está fechada e é proibida.Não é mais ameaça velada.É agora declaração formal.
E é aqui que a coisa fica realmente preocupante, com a CNN reportando, com base em fontes próximas ao processo, que os Estados Unidos e Israel estão se preparando para retomar a guerra já a partir de amanhã.E não são especulações. especulações.soltas.Há uma semana o canal israelense Channel 12 já indicava que Israel estava em alerta máximo para uma possível retomada das hostilidades.O próprio Almirante Cooper viajou a Washington para apresentar pessoalmente ao presidente Trump as opções militares atualizadas.A diplomacia ainda existe no papel e de fato o Irã enviou na semana passada uma proposta de paz em 14 pontos.
Mas Trump já avisou que provavelmente vai rejeitar, pois segundo ele os iranianos ainda não pagaram um preço grande o suficiente.Tudo somado o quadro é claro.O cessar-fogo declarado em 8 de abril que Trump chegou a anunciar ao Congresso como o fim das hostilidades está em frangalhos.E o que vimos hoje no Estreito de Hormuz e nos céus dos Emirados pode muito bem ser o último ato antes da retomada da guerra de fato.Os próximos dias serão decisivos.Se Teerã insistir em fechar o Estreito e continuar atacando os Emirados, dificilmente Washington vai segurar a mão.
E se a guerra recomeçar, ela voltará num patamar mais alto com o Project Freedom como marco zero dessa nova fase.Com as notícias chegando e se atualização a todo momento sigam o canal pelo X e pelo Instagram para se manterem atualizados.Os links estão aqui na descrição.E se gostou do vídeo não se esqueça de deixar aqui o seu like e se ainda não está inscrito no canal inscreva-se já e acione o sino das notificações para não perder nenhuma novidade. nenhuma novidade.
não vai não vai vai não vai não vai não
Get ultra fast and accurate AI transcription with Cockatoo
Get started free →
