All Content

JORNAIS ESTRANGEIROS DESTILAM VENENO após ENCONTRO de LULA com TRUMP: VEJA O QUE DISSERAM! 😱 🇧🇷 🇺🇸

Canada Diario30 views
0:00

O que a imprensa internacional está falando do encontro entre Lula e Trump?A gente vai ver uma análise fria, completa sobre como foi esse encontro e o que ele significa.O encontro às portas fechadas, as declarações que foram ditas e o que está por trás disso.O que não foi dito também.Vem junto comigo, sem enrolação, direto para o assunto.E aqui algumas das matérias que eu usei para montar esse roteiro.

0:29

Tem essa da Reuters, aqui a cobertura da BBC News, New York Times, U.S. News, Associated Press, Canadian Press, PBS News, Mirror que é do Reino Unido, The Sun, The Straits Times, France 24, entre outros.Vamos direto para a matéria.Lembrando, pessoal, esse vídeo não é a minha opinião.Eu vou trazer para vocês a opinião da imprensa internacional sobre esse encontro, ok?Vamos lá.Trump recebeu Lula na Casa Branca sob uma névoa de cálculo, pressão e propaganda.

1:16

E a imprensa internacional tratou o encontro como uma trégua frágil, não como um gesto de boa vontade.O que saiu de Washington nesse dia 7 de maio foi menos uma fotografia diplomática e mais um teste de força.Tarifas, segurança, China, Bolsonaro e a própria credibilidade de Trump entraram na sala antes de qualquer sorriso para as câmeras.Isso segundo uma matéria da Reuters.A leitura dominante da imprensa estrangeira foi cristalina.Esse encontro aconteceu porque havia custo político e econômico demais para continuar a escalada.

1:53

A Reuters abriu a cobertura dizendo que Lula foi a Washington para tentar evitar novas tarifas.dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, enquanto a Associated Press descreveu a reunião como uma conversa sobre preocupações econômicas e de segurança compartilhadas, depois de meses de tensão fabricados por Trump.O New York Times, citado por veículos internacionais, enquadrou a relação como uma trégua precária depois de um ano marcado por tarifas e ofensas públicas.A palavra que mais aparece nas análises é essa: precariedade.A imprensa internacional também leu o encontro como um episódio de desgaste da diplomacia tradicional, em vez de estabilidade.O que se viu foi um presidente estadunidense usando tarifa como arma política e tentando enquadrar uma potência regional sob o seu humor do dia, enquanto Lula buscava reduzir danos sem parecer submisso.

2:56

É nesse ponto que a reunião ganha peso.Ela não trata apenas de comércio, mas de até onde Trump acredita poder empurrar a soberania alheia antes de encontrar resistência real.Isso segundo uma matéria da U.S. News.O que estava em jogo?O centro material da conversa era conhecido antes mesmo da porta se fechar: tarifas, comércio e pressão sobre decisões soberanas do Brasil.A Reuters informou que Lula viajou para discutir a ameaça de novas taxas dos Estados Unidos e a Associated Press lembrou que Trump já tinha imposto tarifas pesadas sobre bens brasileiros e pressionado autoridades brasileiras por causa do processo contra Jair Bolsonaro.

3:47

A pauta de segurança também entrou com força, especialmente cooperação contra crime organizado, algo que obrasileiro tenta enquadrar de forma pragmática, sem ceder a classificações políticas simplistas.Isso segundo uma matéria da BBC.Por trás do teatro havia interesses mais profundos.A cobertura internacional anterior já apontava que Washington observa o Brasil também como peça de disputa geopolítica, sobretudo por causa da China e de minerais críticos como terras raras, por exemplo.Em outras palavras, o encontro tratou de comércio, mas também de influência, cadeia produtiva e poder estratégico.

4:30

Trump quis transformar a reunião em uma mesa de barganha.Lula, ao que tudo indica, tentou impedir que ela virasse um palco de submissão política.Sobre o que foi dito a portas fechadas, a imprensa estrangeira ainda trabalha com o que vazou e com sinais indiretos, mas o contorno é claro: tarifas, crime organizado e relação bilateral.E o que fazer com a crise aberta por Trump ao usar Bolsonaro como instrumento de pressão política?A Reuters e a Associated Press apontaram que o encontro tinha como objetivo imediato aliviar atritos econômicos e discutir segurança.Já veículos de análise internacional destacaram que a reunião servia para medir se a famosa "química" entre os dois, mencionada por Trump meses antes, era algo real ou apenas mais uma peça do seu marketing pessoal.

5:26

Isso segundo uma matéria da CNN.Trump, nesse tipo de encontro, costuma tratar diplomacia como um reality show.Precisa de conflito para se vender.Precisa de aplauso para se validar.Precisa de desordem para parecer central.Lula entrou na sala com uma missão mais estreita e mais séria: proteger interesses concretos.

5:50

do Brasil sem cair na armadilha do espetáculo.O resultado provável pelo desenho da cobertura internacional é que a conversa privada foi menos ideológica do que performática.Mas isso não diminuiu o dano do ambiente em que ela ocorreu.Isso segundo o New York Times.O cancelamento da coletiva conjunta após a reunião chamou atenção justamente porque reforça a impressão de que havia mais risco do que espontaneidade no encontro.A cobertura ao vivo em veículos dos Estados Unidos e internacionais tratou a reunião como um evento de alto controle, com comunicação cuidadosamente administrada e exposição pública limitada.

6:32

Em reuniões desse tipo, a ausência de uma coletiva com os dois lado a lado normalmente sugere uma combinação de cautela diplomática, desconforto com perguntas sobre Bolsonaro, por exemplo, e receio de ruído político imediato.Isso segundo a Associated Press.Um cenário em que Trump costuma improvisar, provocar e instrumentalizar cada frase, dividir o palco com Lula poderia significar abrir espaço para constrangimentos desnecessários.Para um líder como Trump, a coletiva seria útil apenas se o roteiro estivesse sob domínio dele.Para Lula, seria uma chance de parecer firme, mas também o risco de ser arrastado para o circuito de humilhação pública que Trump adora criar.O cancelamento, portanto, fala tanto quanto uma declaração.

7:23

Isso segundo a Associated Press.Depois da reunião, a leitura internacional enfatizou que Lula tentou vender a ideia de uma conversa produtiva, mantendo o tom calculado de quem quer reduzir o atrito sem abaixar a cabeça.

7:37

Então eu saio muito, muito satisfeito da reunião.Acho que foi uma reunião importante para o Brasil.e importante para os Estados Unidos eu sempre acho que a fotografia vale muito e vocês perceberam o presidente Trump rindo é melhor do que ele de cara feia e eu fiz questão de dizer para ele ria um pouco é importante alivia alivia a nossa alma se a gente ria um pouco bem então é isso eu acho que o Brasil está preparado o Brasil está preparado para discutir com qualquer país do mundo qualquer assunto nós não temos veto não tem assunto proibido a única coisa que nós não abrimos mão é da nossa democracia e da nossa soberania o resto é tudo discutível e ainda brinquei com o presidente Trump ele perguntou da Copa do Mundo a seleção brasileira estava boa e eu falei eu espero que você não venha sabe anular o visto do jogador brasileiro para a seleção por favor não faça isso porque nós vamos vir aqui para ganhar a Copa do Mundo é isso é é ele riu ele riu porque agora ele vai rir sempre ele aprendeu que ria muito bom a Reuters citou o ambiente de expectativa em torno da visita e o esforço brasileiro para manter um diálogo construtivo antes mesmo do encontro o ministro Dário Durigan já havia falado em proteger a população brasileira e manter conversas construtivas o que ajuda a entender o enquadramento que Lula levou para dentro da Casa Branca segundo a PBS a empresa estrangeira também recordou que Lula vem insistindo que o Brasil não aceita tutela externa e que relações com os Estados Unidos precisam ser tratadas com respeito não como obediência esse ponto é decisivo Lula não precisavaa reunião em batalha ideológica para marcar posição bastava sinalizar que o país não negocia sua soberania como quem negocia o desconto em loja de departamento a força do seu discurso pelo que a cobertura da imprensa internacional mostra esteve justamente no controle da linguagem e na recusa de entrar no ringue emocional de Trump Trump não vai mudar o jeito dele ser por causa de uma reunião que durou três horas comigo o que eu fiz questão de dizer para ele é o que eu penso das coisas que eu acho que podem ser feitas eu acredito muito mais no diálogo do que na guerra eu acho que a invasão do Irã ela vai causar mais prejuízo do que ele está imaginando mas tem várias suposições ele acha que a guerra já acabou não é o real mas ele acha eu não vou sabe ficar brigando com ele por causa da da visão que ele tem da guerra ele acha que na Venezuela está tudo resolvido eu espero que esteja porque eu li do Caribe Venezuela desde 2002 mas eu acho que a Venezuela sabe eu espero que a Venezuela resolva os seus problemas porque o povo venezuelano precisa sabe ter uma chance na vida de viver bem e Deus quere que a Delphi consiga cumprir sabe com o mandato de presidenta fazendo as coisas acontecer a a eu disse para ele que eu tenho interesse em discutir qualquer assunto que ele precisar discutir e quiser discutir comigo sobre Cuba sobre Venezuela sobre Irã sobre o que ele quiser eu estou disposto a discutir e porque para mim é mais simples eu não tenho vocação belicista a minha vocação é de diálogo é acreditar no poder daacreditar no poder do convívio, do convencimento.É assim que eu acho que a gente deve fazer política.

11:41

E o que Trump disse?Trump, como sempre, tentou usar a reunião para reposicionar sua própria imagem.A Reuters, em material de bastidores, registrou a fala sobre uma suposta química entre os dois, seguida da suspensão de parte das tarifas após o encontro.Formulação que traduz bem o estilo Trump: personalizar decisões de Estado como se fossem caprichos de relacionamento.A Associated Press e a Reuters também destacaram que o presidente dos Estados Unidos havia levado para a mesa tarifas e pressão política ligada a Bolsonaro, o que mostra que a conversa começou contaminada por interferência ideológica.Esse é o problema central com Trump: ele trata política externa como extensão do seu ego e de sua guerra cultural interna.

12:31

Ao misturar Bolsonaro, comércio e segurança numa mesma encenação, ele reduz a diplomacia a uma peça de propaganda para sua base, enquanto tenta impor ao resto do continente a lógica do "ou comigo ou contra mim".A imprensa internacional leu isso com clareza e o desconforto em torno da coletiva cancelada reforça a impressão de que o governo dos Estados Unidos preferiu controlar a narrativa antes que a narrativa fugisse do controle, segundo uma matéria da BBC.O que isso significa?Qual é a moral da história?O encontro entre Lula e Trump não é um sinal de normalização plena.É um armistício improvisado em terreno instável.

13:16

A imprensa estrangeira percebeu que a conversa aconteceu porque a escalada tarifária e o isolamento diplomático produziam custos demais até para a Casa Branca, enquanto o Brasil precisava proteger exportações eimpedir que interesses internos estadunidenses fossem empurrados para dentro de sua política doméstica.Há muito mais cálculo do que cordialidade e muito mais contenção do que amizade.Isso segundo uma matéria da Reuters.No fim, o encontro diz algo maior sobre um momento político global.Trump continua tentando transformar a política internacional num palco de intimidação e isso só funciona enquanto os outros aceitarem interpretar o roteiro dele.

14:03

Lula, com todas as limitações de qualquer governo, aparece aqui como o líder que precisa administrar a pressão sem entregar o país ao espetáculo de um extremista que confunde poder com brutalidade e diplomacia com chantagem.Como bem disse uma matéria do New York Times, a reunião pode até ter aberto uma janela de negociação.Mas o que ela expôs com mais força foi a decadência moral de um trumpismo que ainda tenta vender autoritarismo como estratégia e o custo de conviver com uma extrema direita que trata o mundo como extensão da própria vaidade.Aí pessoal, o resumo da cobertura da imprensa internacional sobre esse encontro.Hoje eu lancei o vídeo um pouco mais tarde porque eu tava esperando inclusive o pronunciamento do Lula também para trazer para vocês a cobertura de maneira mais profunda.O que vocês acharam?

14:59

Comenta aqui embaixo.O que vocês acharam desse encontro?Vocês acham que o Lula deveria ter ido lá mesmo?Vocês acham que saiu melhor do que estavam esperando?Enfim, qual a opinião de vocês aqui embaixo?Fique à vontade, o espaço é de vocês, beleza?

15:13

Pessoal, vamos fazer esse vídeo furar bolha.Olha, eu tô correndo aqui o dia inteiro para fazer essa cobertura, trazer em detalhes para vocês aqui.Então ajuda gente, vamos fazer esse vídeo furar bolha, chegar mais pessoas.Primeira coisa, dá aquele like pro YouTube.continuar recomendando.Se inscreve no canal se ainda não é inscrito e igualmente importante é a gente pegar esse vídeo, não dependendo do YouTube, pegar esse vídeo, pegar o link direto se o botão compartilhar não tiver disponível e espalhar, passar para frente, compartilhar sem dó mesmo, beleza?

"99% accuracy and it switches languages, even though you choose one before you transcribe. Upload → Transcribe → Download and repeat!"

Ruben, Netherlands

Want to transcribe your own content?

Get started free
15:40

E se vocês puderem ajudar, dar uma força aqui pro canal para a gente continuar produzindo conteúdo, temos algumas formas.Uma delas é o botão de valeu aqui embaixo.Você pode doar quanto quiser, qualquer valor vai fazer diferença.Aproveita e faz uma pergunta, um comentário.Temos também o sistema de membros que por menos de um cafezinho por mês você ajuda a gente a continuar produzindo e ainda recebe conteúdo extra.E como muita gente pediu, a gente disponibiliza também nossa chave Pix que é canadadiario.tv@gmail.com.

16:04

E aproveita também esse e-mail para quem quiser entrar em contato é esse e-mail também.Beleza?Aí pessoal, cobertura da imprensa internacional, a gente está focando bastante nisso, né?Acho que vocês gostam desse tema quando a gente traz aqui no canal.Lembrando pessoal, aqui no canal a gente evita fazer hard news, né?A gente não vai concorrer com CNN, a gente não vai concorrer com veículos enormes de imprensa.

16:29

A gente tenta fazer uma cobertura um pouco mais diferenciada, por um lado que a grande mídia não costuma cobrir.Então eu quero saber de vocês também a opinião sobre esse lado que a gente traz aqui, né?Cobertura do que a imprensa internacional fala sobre algum assunto ou assuntos mais aprofundados, uma análise mais profunda sobre determinado tema.Queria saber a opinião de vocês também.Beleza?É isso pessoal.

16:55

Valeu e até a próxima. até a próxima.

Get ultra fast and accurate AI transcription with Cockatoo

Get started free →

Cockatoo